Amante dos livros e da literatura, escrever sempre foi a grande paixão de um pernambucano tímido, casado, pai de dois filhos. Autodidata, descobriu sua habilidade para escrita na década de 80 e, aos poucos, foi lapidando sua verdadeira vocação. Mas em meio ao caos do início da pandemia da Covid-19 em 2020, Felix Barros resolveu tornar públicos seus manuscritos, nos quais poemas em forma de crônicas, desabafos e opiniões passaram a ser registrados em um diário como autoavaliação.
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