Emilly Roriz lança o livro “Caixa Preta”, seu primeiro romance
Koanna K. Pontes • 10 de agosto de 2021

Registrar sentimentos em uma folha de papel é tarefa fácil para Emilly Roriz, que sempre anotou suas confissões, da infância até a adolescência, quando brincava com palavras através de metáforas e hipérboles, sem se preocupar em ser compreendida pelas pessoas. Assim surgiu a escritora, relatando o amor e a dor que atravessaram sua existência.
“Desde pequena, fui ensinada por minha mãe a valorizar a leitura. Eu adorava ler enciclopédias, dicionários e tive minha iniciação literária através das obras Cinco Minutos e A Viuvinha, romances escritos por José de Alencar”, relembra a pernambucana.
Em 2021, na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, que acontece de 01 a 12 de outubro, Emilly Roriz lança o livro “Caixa Preta”, seu primeiro romance pela editora Ser Poeta. Um projeto autoral, produzido e arquitetado com momentos vivenciados pela autora no auge da sua adolescência.
O livro é dedicado aos leitores que acompanham a Coruja Autora nas redes sociais e a todos que, de alguma forma, sentem-se contemplados e identificados com seus relatos.
Texto: Koanna K. Pontes
Correção ortográfica: Ludmila Crusoé
Imagens: editora Ser Poeta
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Diego Kalil é professor de cursos técnicos de informática e um dedicado pesquisador das dinâmicas de ensino em contextos de exclusão. Sua atuação profissional é pautada pela crença de que a tecnologia deve servir como uma ponte para a equidade social, especialmente em territórios historicamente negligenciados. Com vasta experiência em sala de aula, Kalil desenvolve métodos que unem o rigor técnico à sensibilidade necessária para lidar com as barreiras estruturais enfrentadas por jovens em comunidades periféricas. É o autor do artigo Educação Digital e Vulnerabilidade Social: A Integração Básica e Teórica como Instrumento de Transformação em Comunidades Periféricas da Região Metropolitana do Recife. Nesta obra, ele investiga como o acesso qualificado ao conhecimento digital pode romper ciclos de vulnerabilidade, propondo um modelo pedagógico que fortalece a cidadania e a empregabilidade. Sua contribuição acadêmica é fundamental para o debate contemporâneo sobre a democratização da tecnologia e a inclusão social no Nordeste.








