Os mangakás brasileiros Caio Brito e Mateus Franklin lançam juntos “Play Set Fantasy Jung”
Koanna K. Pontes • 15 de agosto de 2021

No estilo típico japonês, o mangá é uma história em quadrinhos muito popular com temas diversos e tem encantado jovens e adultos no mundo todo. No Brasil, os amigos Caio Brito (13) e Mateus Franklin (15), inspirados em elementos da cultura pop japonesa, produziram, durante o distanciamento social da pandemia da Covid-19 em 2020, o primeiro mangá da dupla, sobre um garoto e uma garota que adoram RPG, trama cheia de piadas momentâneas.
“Acho fascinante o mundo dos mangás; como otaku, coleciono muitos que influenciam nos desenhos que gosto de fazer e sempre tive o total apoio da minha mãe”, fala Caio, que é filho da escritora Denyzia Brito Janczuk, que propôs à dupla lançar o primeiro projeto juntos.
O mangá Play Set Fantasy Jung é uma comédia infantojuvenil com ficção. Impróprio para menores de 12 anos, o mangá será lançado no segundo semestre de 2021, pela editora Ser Poeta. Caio produziu as ilustrações, Mateus assina a direção de arte e juntos criaram o roteiro, trabalho dedicado aos familiares, aos professores Claudio, Leoni Fonseca, Valéria e ao pai do Mateus, Wenderson Franklin (in memorian).
“A sensação de lançar nosso primeiro mangá é indescritível, uma mistura de satisfação com orgulho e alegria”, diz Mateus. Os mangakás brasileiros estão empolgados e planejando trabalhos futuros, dentre eles o volume 2 do atual projeto e até um one shot, ambos já estão sendo produzidos. Vale salientar que Caio e Mateus estão promovendo um concurso, no qual os interessados podem criar o próprio personagem, contando suas características, e enviar para playsetfantasyjung@gmail.com. Os desenhos dos personagens selecionados serão publicados no próximo mangá da dupla.
Texto: Koanna K. Pontes
Correção ortográfica: Ludmila Crusoé
Imagens: editora Ser Poeta
Este widget do Facebook não é mais compatível.

Diego Kalil é professor de cursos técnicos de informática e um dedicado pesquisador das dinâmicas de ensino em contextos de exclusão. Sua atuação profissional é pautada pela crença de que a tecnologia deve servir como uma ponte para a equidade social, especialmente em territórios historicamente negligenciados. Com vasta experiência em sala de aula, Kalil desenvolve métodos que unem o rigor técnico à sensibilidade necessária para lidar com as barreiras estruturais enfrentadas por jovens em comunidades periféricas. É o autor do artigo Educação Digital e Vulnerabilidade Social: A Integração Básica e Teórica como Instrumento de Transformação em Comunidades Periféricas da Região Metropolitana do Recife. Nesta obra, ele investiga como o acesso qualificado ao conhecimento digital pode romper ciclos de vulnerabilidade, propondo um modelo pedagógico que fortalece a cidadania e a empregabilidade. Sua contribuição acadêmica é fundamental para o debate contemporâneo sobre a democratização da tecnologia e a inclusão social no Nordeste.








