MÁRCIA PINHEIRO lança seu primeiro livro solo dentro da Coletânea PENSAMENTOS EXISTENCIALISTA
Koanna K. Pontes • 3 de junho de 2020
Texto: Koanna K. Pontes Correção ortográfica: Marjori Lacerda
Imagens: editora Ser Poeta

Desvendar mistérios da mente humana, através de reflexões, é um exercício diariamente praticado por Márcia Pinheiro, professora da Rede Municipal de Ensino de Fortaleza, graduada em Filosofia pela Universidade do Vale do Acaraú, pós-graduada em História da África pela Universidade Federal do Ceará, professora, escritora, antologista, teatróloga, trovadora pela União brasileira dos Trovadores (UBT- Maranguape), acadêmica da Academia de Ciências, Letras e Arte - (Acla-Maranguape). Uma poetisa que identifica sua própria arte com textos líricos, que, na adolescência, colecionava poesias e pensamentos de diversos autores, assim como manuscritos atenciosamente copiados em cadernos, feitos verdadeiros tesouros. Mas, com o passar do tempo, após 40 anos, sentiu necessidade de documentar sua própria existência.
Adoro escrever, me relaxa, alivia a tensão e renova minhas energias, fala a escritora que busca inspiração em tudo e em todos. Um talento herdado, aparentemente, do pai que não era escritor, mas fazia narrativas ao memorizar belas histórias, contadas com riqueza de detalhes. Uma gaúcha, nascida no bairro do Cristo Redentor, cidade de Porto Alegre, que tem o total apoio do filho e familiares, seus fieis seguidores.
Segura e confiante como toda leonina, aos 63 anos, a coruja autora Márcia Pinheiro prepara-se para lançar seu primeiro livro solo, intitulado de Penso, logo escrevo dentro da coletânea Pensamentos existencialistas, onde três títulos literários serão publicados pela editora Ser Poeta. O livro apresenta viés filosófico voltado para o bem. Uma provocação para levar os leitores a refletirem sobre a vida e o amor, tendo em vista questões humanas e humanitárias.
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Diego Kalil é professor de cursos técnicos de informática e um dedicado pesquisador das dinâmicas de ensino em contextos de exclusão. Sua atuação profissional é pautada pela crença de que a tecnologia deve servir como uma ponte para a equidade social, especialmente em territórios historicamente negligenciados. Com vasta experiência em sala de aula, Kalil desenvolve métodos que unem o rigor técnico à sensibilidade necessária para lidar com as barreiras estruturais enfrentadas por jovens em comunidades periféricas. É o autor do artigo Educação Digital e Vulnerabilidade Social: A Integração Básica e Teórica como Instrumento de Transformação em Comunidades Periféricas da Região Metropolitana do Recife. Nesta obra, ele investiga como o acesso qualificado ao conhecimento digital pode romper ciclos de vulnerabilidade, propondo um modelo pedagógico que fortalece a cidadania e a empregabilidade. Sua contribuição acadêmica é fundamental para o debate contemporâneo sobre a democratização da tecnologia e a inclusão social no Nordeste.








